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Flávia Saraiva brilha na trave e conquista bronze no Mundial de ginástica

Por Julia Guimarães e Lorena Dillon — Roterdã, Holanda 25/10/2026 11h31 Atualizado 25/10/2026 Mundial de Ginástica: Flávia Saraiva conquista bronze na trave Flávia Saraiva abriu o sorriso e comemorou antes mesmo de receber a nota.

Flávia Saraiva brilha na trave e conquista bronze no Mundial de ginástica
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Por Julia Guimarães e Lorena Dillon — Roterdã, Holanda

25/10/2026 11h31 Atualizado 25/10/2026

Mundial de Ginástica: Flávia Saraiva conquista bronze na trave

Flávia Saraiva abriu o sorriso e comemorou antes mesmo de receber a nota. A ginasta de 27 anos sabia que precisava cravar sua série mais forte em uma final de trave de nível muito alto no Mundial de ginástica artística. E foi isso que ela fez. Neste domingo, Flavinha brilhou em Roterdã e conquistou o bronze com 14,300 pontos. Cotada para uma pódio da trave desde a Rio 2016, a brasileira enfim pôde colocar essa medalha no peito, a segunda do Brasil na Holanda, depois que Rebeca Andrade foi campeã do salto.

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Flávia Saraiva na final da trave no Mundial de Ginástica Artística 2026 — Foto: REUTERS/Piroschka Van De Wouw

Flavinha é uma especialista de trave desde a categoria de base, conquistando a prata nas Olimpíadas da Juventude em 2014. Foi duas vezes finalista olímpica do aparelho e chegou em Roterdã a sua terceira decisão em Mundiais. No ano passado, a brasileira beliscou o pódio na quarta posição. Desta vez, a medalha veio.

Flavinha só ficou atrás da argelina Kaylia Nemour e da chinesa Zhang Qingying. Elas empataram com 14,566 pontos, mas a argelina levou o ouro no critério de desempate, por ter maior nota de execução (8,266 x 8,066). As duas inverteram as posições em relação ao pódio do Mundial de 2025, quando a chinesa foi a campeã.

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Atual vice-campeã mundial da trave, Kaylia Nemour abriu a final colocando a barra no alto. A argelina executou muito bem uma série de alto grau de dificuldade para conseguir 14,566 pontos. Campeã do individual geral, a americana Skye Blakely teve dois desequilíbrios médios e tirou 13,633.

Bronze na trave das Olimpíadas de Paris 2024, a italiana Manila Esposito perdeu uma ligação de elementos, mas fez uma boa série para 14,066. Campeã dos Jogos Asiáticos, a japonesa Mana Okamura teve uma queda e muitos desequilíbrios, ficando fora da briga por medalha, com 12,666.

A francesa Elena Colas executou bem sua série, apenas com pequenos desequilíbrios, e tirou 14,100. Vice-líder da classificatória, a chinesa Qiu Qiyuan lutou para não cair em uma acrobacia e só conseguiu 13,633.