Por Redação do ge — Rio de Janeiro
17/10/2026 00h01 Atualizado 17/10/2026
Superliga de vôlei: plataformas da Globo irão transmitir todos os jogos
A 33ª edição da Superliga Feminina de Vôlei começa no próximo sábado (17) reunindo as principais equipes do Brasil na busca pelo título da temporada 2026/2027. A competição continuará reunindo medalhistas e campeãs olímpicas que disputam o evento há alguns anos, porém, algumas estrelas desta edição vêm do continente europeu.
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Sofya Kuznetsova é uma novidade - mas nem tanto. A russa, de 26 ano, defendeu o Praia Clube nas temporadas de 2023/2024 e 2024/25, era uma das atletas mais queridas do clube, mas se transferiu para o vôlei japonês na sequência. Eleita a melhor ponteira da Superliga em 2025, ela está de volta ao clube de Uberlândia (MG), aos braços da torcida e à cultura brasileira.
— Estou muito feliz de estar de volta, porque senti falta do Brasil, de Uberlândia, do Praia Clube. O Praia está no meu coração nos últimos anos, é muito bom, acolhedor, muitas boas energias. Senti falta de todos, todas as partes para mim são importantes. A comida, a energia dos fãs do clube, de tudo. É quente aqui, no Japão também. O campeonato lá é bom, mas eu senti um pouco de saudade do Brasil, porque acho que ele está muito fechado no meu coração — afirmou, em entrevista ao ge no mês passado.
Sofya Kuznetsova está de volta ao Praia Clube — Foto: Praia Clube/Divulgação
Em sua primeira empreitada no Brasil, Magdalena Stysiak desembarcou em São Paulo para defender o Osasco, detentor do título em 2024/2025. A jogadora, que foi medalhista de bronze com a seleção polonesa em três edições de Liga das Nações, tem 25 anos e estava no voleibol da Turquia. A oposta mede 2,03m de altura, é uma das principais atletas da posição no mundo e promete ser uma atração de peso na Superliga. Ela terá a missão de substituir a argentina Bianca Cugno, campeã da Supercopa e da Copa do Brasil, e reforço do Firenze, da Itália.
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O Sesc-Flamengo importou mais uma atleta da Sérvia. Trata-se de Minja Osmajić, de 23 anos e 1,92m. A central foi contratada para substituir a compatriota Masa Kirov, destaque da última edição, que romu o ligamento cruzado anterior (LCA) do joelho esquerdo e está fora da temporada.
- Estou animada para me juntar ao Sesc RJ Flamengo como nova central da equipe. Mal posso esperar para conhecer todos vocês e, claro, criar memórias incríveis junto com vocês. Obrigada por me receberem e até logo.
Simone Lee empilhou pontos na última Superliga — Foto: Paula Reis/Flamengo
O grande reforço gringo do Sesc-Flamengo foi a manutenção de Simone Lee, maior pontuadora do torneio com 525 pontos. A americana conduziu o time do técnico Bernardinho até a semifinal. A eliminação se deu para o Praia Clube, que viria a levantar o troféu.
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A última edição da Superliga Feminina reuniu 10 nomes que ganharam uma medalha olímpica com a seleção brasileira, turbinada pela medalha de bronze em Paris 2024.
Na próxima temporada, a Superliga não repatriou nenhuma brasileira deste quilate. Bicampeã olímpica e medalhista de bronze há dois anos, a central Thaísa segue como referência do Minas. Amiga e rival, Adenízia, ouro em Londres 2012, continua envergando a camisa do Praia Clube, enquanto Dani Lins, também campeã olímpica na capital inglesa, segue no Sesi-Bauru.
Thaísa defende as cores do Minas — Foto: Hedgard Moras/MTC
Medalhistas olímpicas pela primeira vez em Paris, Natinha (Praia Clube), Nyeme (Minas), Tainara (Sesc-Flamengo) e Diana (Sesi-Bauru) foram mantidas em seus clubes.
A lista mudou em relação ao ano passado depois das aposentadorias de Carol Gattaz e Camila Brait e com a gravidez da levantadora Macris.