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Aos 39 anos, Djokovic bate top 27 na estreia e é o tenista mais velho a vencer no Masters 1000 de Paris

Por Redação do ge — Rio de Janeiro, RJ 03/11/2026 22h00 Atualizado 03/11/2026 Atual número 12 do mundo, Novak Djokovic segue acumulando feitos.

Aos 39 anos, Djokovic bate top 27 na estreia e é o tenista mais velho a vencer no Masters 1000 de Paris
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Por Redação do ge — Rio de Janeiro, RJ

03/11/2026 22h00 Atualizado 03/11/2026

Atual número 12 do mundo, Novak Djokovic segue acumulando feitos. Nesta terça-feira (3), ao vencer na estreia do Masters 1000 de Paris, o sérvio de 39 anos tornou-se o tenista mais velho a conquistar um triunfo neste torneio, em que é o maior campeão com sete taças. Em busca da 17ª presença no ATP Finals, a vitória representa mais um passo em busca da vaga na competição que reúne os oito melhores atletas da temporada.

Após 2h35 de jogo, Djoko superou o monegasco Valentin Vacherot - que ocupa a 27ª posição do ranking - por 2 sets a 1 - parciais de 6/7(5), 7/5 e 6/1. Na primeira parcial, o sérvio vencia por 5/4, mas viu o oponente de 27 anos anotar os últimos quatro pontos do tie-break. O ponto do set veio de um devolução para fora de Novak.

Novak Djokovic vence na estreia do Masters 1000 de Paris — Foto: REUTERS/Benoit Tessier

Na parcial seguinte, o heptacampeão do Masters de Paris ainda precisou lidar com dores no ombro, sendo necessário solicitar atendimento. Apesar disso, o ex-número 1 do mundo foi aumentado o ritmo até conseguir a vitória, ao mesmo tempo em que o adversário também pediu auxílio médico ao sentir o tornozelo e ter a movimentação em quadra prejudicada.

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- Para ser sincero, eu já esperava um jogo assim, com pouquíssimas chances de quebra para mim. Ele tem um saque tremendo. É potente demais - tanto o primeiro quanto o segundo serviço. Durante um set e meio, tive dificuldades para ler o saque dele e, mesmo quando acertava o lado, a bola vinha muito rápida. É difícil enfrentar alguém assim; ele não dá brechas e coloca uma pressão enorme nos seus próprios games de saque - analisou o sérvio, ainda em quadra depois da vitória.

Novak Djokovic solicita atendimento após sentir o ombro na estreia do Masters 1000 de Paris — Foto: REUTERS/Benoit Tessier

Além de buscar mais um título na competição parisiense, o tenista precisa chegar às semifinais do Masters 1000 para conseguir se classificar para ATP Finals, que acontece em Turim, entre 15 e 22 de novembro. Nas últimas duas edições, ele ficou de fora devido à lesões.

Novak soma momentaneamente 2.940 pontos, abaixo do americano Taylor Fritz (3.110) e do espanhol Rafael Jódar (3.234). Como Jannik Sinner anunciou que não joga mais este ano, a última vaga ficará com o nono colocado do ranking que, no momento, é o austríaco Alex de Minaur (3.370). Este, inclusive, pode ser rival do sérvio na terceira rodada do Masters 1000 de Paris.

Nesta temporada, Djoko soma 21 triunfos e nove reveses, tendo alcançado a final do Australian Open Austrália e às semifinais de Wimbledon, mas com eliminações na terceira rodada de Roland Garros e na estreia do US Open. Em outubro, porém, conquistou o 102º título da carreira ao vencer o China Open.