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Atacante deixa a Ponte e aumenta lista da debandada desde o início da Série B

Por Redação do ge — Campinas, SP 01/09/2026 19h15 Atualizado 01/09/2026 Ponte Preta resiste no primeiro tempo, para perde para o América-MG na Série B Já virou uma triste rotina na Ponte Preta: a crise alvinegra provocou mais uma baixa no elenco. Agora, quem deixou o clube foi o atacante Brandão.

Atacante deixa a Ponte e aumenta lista da debandada desde o início da Série B
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Por Redação do ge — Campinas, SP

01/09/2026 19h15 Atualizado 01/09/2026

Ponte Preta resiste no primeiro tempo, para perde para o América-MG na Série B

Já virou uma triste rotina na Ponte Preta: a crise alvinegra provocou mais uma baixa no elenco. Agora, quem deixou o clube foi o atacante Brandão.

Emprestado pelo Coritiba, ele já retornou para a capital paranaense e aguarda o desfecho da negociação com o futuro clube. O provável destino é o CSKA 1948, da Bulgária. Não dá para descartar que outros atletas também encerrem a passagem pelo clube nos próximos dias.

A saída de Brandão aumenta a já extensa lista de debandada desde o início da Série B do Brasileiro. Já tinham ido embora da Ponte nos últimos meses, por exemplo, o goleiro Diogo Silva; os zagueiros David Braz, Márcio Silva e Weverton; os laterais Lucas Justen, Bryan Borges e Thalys; os volantes Rodrigo Saravia e Tárik; e os atacantes Diego Tavares, Luis Phelipe e Pottker.

Atacante Brandão em ação pela Ponte — Foto: Marcos Ribolli

Aos 22 anos, Brandão se despede da Ponte com três gols em 17 partidas. Ele era um dos jogadores que, apesar de ter parte ou a totalidade do salário vinculada a outro clube, aderiu à paralisação desde a última quarta-feira em solidariedade aos companheiros com salários atrasados.

O atacante David da Hora (Coritiba) e os zagueiros Lucas Cunha e Palacios (Bragantino) também se encaixam nessa situação.

Quando anunciaram a suspensão das atividades, os atletas disseram que alguns estão há seis meses sem receber. A reportagem do ge apurou que a falta de pagamento beira um ano em casos específicos de jogadores e também de integrantes do departamento de futebol.

Contra o América-MG, no último domingo, a Ponte viajou apenas com jovens formados nas categorias de base para evitar o W.O em Belo Horizonte e acabou derrotada por 2 a 0.

Sem vencer há 19 rodadas, igualando o pior jejum da história da Série B (ao lado do ABC de 2015), a Ponte amarga a lanterna, com apenas 10 pontos em 25 jogos, e caminha para um rebaixamento que parece inevitável diante do cenário caótico fora de campo.