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WSL: Gabriel Medina dá show, tira 10.00 na final, mas fica com o vice em Fiji

Por Redação do ge — Cloudbreak, Fiji 02/09/2026 19h43 Atualizado 02/09/2026 Ele tirou um 10! Medina pega onda espetacular e recebe nota unânime na bateria Ainda não foi desta vez.

WSL: Gabriel Medina dá show, tira 10.00 na final, mas fica com o vice em Fiji
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Por Redação do ge — Cloudbreak, Fiji

02/09/2026 19h43 Atualizado 02/09/2026

Ele tirou um 10! Medina pega onda espetacular e recebe nota unânime na bateria

Ainda não foi desta vez. Sem saber o que é vencer no Circuito Mundial da WSL desde Margaret River 2023, Gabriel Medina esteve perto da vitória em Fiji após dar shows nas suas baterias de quartas de final e semifinal e ainda conseguir uma nota 10.00 na grande final. Contudo, a onda perfeita não foi capaz de evitar o título do americano Cole Houshmand, que levou a etapa de Cloudbreak. O vice-campeonato faz Gabriel subir da quarta para a quinta colocação no ranking. A próxima etapa será em Trestles, na Califórnia (EUA), de 11 a 20 de setembro.

Eliminado nas oitavas, Italo Ferreira segue na liderança do CT, seguido pelo italiano Leonardo Fioravanti e por Yago Dora. Miguel Pupo completa o top-5.

Espetáculo! Gabriel Medina pega três tubos e recebe 9.33 na quarta onde em Fiji

+ Yago Dora perde para Cole Houshmand nas quartas de final em Fiji+ Luana Silva perde para havaiana e é eliminada na estreia em Fiji+ Fenômeno de 19 anos impressiona com tubo perfeito em Fiji e arranca nota 10 unânime+ Italo Ferreira sofre acidente e leva cinco pontos no nariz em Fiji

Gabriel Medina no mar de Cloudbreak, no último dia da etapa de Fiji — Foto: Cait Miers/WSL

Gabriel Medina não teve vida fácil diante de Cole Houshmand na decisão. O americano largou na frente com um 8.50, seguido por um 6.33. Com um 5.17 e um 4.33, Gabriel ficou atrás do placar pelos primeiros 25 minutos de bateria. Até que o brasileiro achou um tubo perfeito, recebendo 10.00. Só que o americano não estava para brincadeira. Com um 8.37, Cole voltou à liderança, deixando Medina a um 6.87 da virada. A onda da vitória, no entanto, não veio, e o título ficou mesmo com Cole Houshmand, que venceu por 16.87 a 15.17.

Na final em Fiji, Gabriel Medina recebe 5.17 em sua primeira onda na bateria

Cole Houshmand recebe nota de 8.50 na terceira onda e aumenta vantagem

Gabriel Medina abriu o seu dia de competição com uma vitória espetacular nas quartas de final. O adversário foi o francês Kauli Vaast, que acabou derrotado pelo brasileiro por 15.66 a 7.33. O momento-chave da bateria foi uma nota 9.33 de Medina com direito a três tubos na mesma onda. A outra onda computável de Gabriel foi um 6.33. Já o campeão olímpico não passou de um 5.33, seguido por um 2.00.

Brasileiro consegue 6.33 e aumenta a somatória na bateria em Cloudbreak

O adversário na semifinal foi o americano Griffin Colapinto, que até começou a bateria bem, arrancando um 7.50 na primeira onda. Contudo, Gabriel Medina estava impossível. Com um esperacular 9.77, ele pulou para a liderança, pressionando o americano. Na sequência, Medina ainda conseguiu um 9.27, deixando Griffin na combinção. O surfista dos Estados Unidos ainda pegou um 7.07, mas não havia tempo para mais nada. Vitória de Gabriel por 19.04 a 14.57.

Gabriel Medina consegue 9.77 e assume liderança da semifinal em Fiji

Griffin Colapinto tira 7.50 na semifinal em Fiji

Gabriel Medina tira nota de 9.27 em Cloudbreak e amplia vantagem na semifinal

No feminino, o título da etapa de Cloudbreak ficou com a canadense Erin Brooks. Depois de derrotar a líder do ranking Carissa Moore na semifinal nesta quarta, a surfista de 19 anos acabou beneficiada pela desistência de Isabella Nichols, a outra finalista. Nichols lesionou o tornozelo esquerdo na vitória sobre a costarriquenha Brisa Hennessy na semi. Para comemorar o título, Erin Brooks fez uma bateria de exibição nesta quinta em Fiji.

Isabella Nichols sofre lesão na semifinal de Cloudbreak — Foto: Cait Miers/WSL

Erin Brooks celebra o título da etapa de Fiji da WSL — Foto: Cait Miers/WSL